Arquivo para a categoria “24”

Para quem está esperando a quase 15 meses pela estréia da 7ª temporada de 24 Horas não se decepcionou com 24: Redemption, o telefilme que introduziu alguns dos assuntos que serão tratados durante a 7ª temporada da série, que tem estréia marcada para os dias 11 e 12 de janeiro, pela emissora FOX.
Muitos fãs podem ter achado estranho que o filme não tenha tido um final nos mesmos moldes das temporadas de 24 Horas, mas o intuito foi justamente não fechar nada, mas sim apresentar os fatos que levaram Jack Bauer (Kiefer Sutherland) a se esconder na África e também quem eram os responsáveis por financiar e promover uma guerra envolvendo as crianças daquele país. Em suma, Jack se escondeu na África, mas o governo americano não parou de procurá-lo em nenhum momento e finalmente o encontrou através de Frank Tramell (Gil Bellows) para lhe entregar uma intimação para que fosse extraditado para os Estados Unidos e respondesse pelos crimes que cometeu quando ainda atuava pela CTU. Nessa aventura, Bauer conta com a ajuda de Carl Benton (Robert Carlyle), um amigo que serviu com ele nas Forças Armadas e que comanda uma escola com a ajuda de Charles Solenz (Sean Cameron Michael), um soldado da ONU, e Thomas (Sivuyile “Siv” Ngesi), um jovem rapaz que ajudava Benton nos cuidados da escola.
Em Sangala, o General Benjamin Juma (Tony Todd) é o homem responsável por genocídio e também por recrutar as crianças da cidade e transformá-las em soldados para lutar na guerra contra o governo local. Para isso ele conta com homens de confiança como o Coronel Dubaku (Hakeem Kae-Kazim) e seu irmão Youssou (Zolile Nokwe), que, diga-se de passagem, teve uma cena muito boa na qual ele e seus capangas chegam à escola para levarem as crianças, mas “meu ídolo” Jack Bauer conseguiu matar quase todos até ser capturado e torturado, até porque matar a quantidade de gente que ele conseguiu não é tarefa para qualquer um, apenas para “meu ídolo”. A morte de Carl para salvar os irmãos Willie (Siyabulela Ramba), Desmond (Mbongeni Nomkonwana) e as outras crianças foi emocionante, já que vimos um momento raro de Jack emocionado e chorando a morte de seu velho amigo, mas ele teve que fazer isso para que as crianças pudessem chegar até a Embaixada dos Estados Unidos, onde após conversar com Tramell, Jack teve que se entregar para os militares e ser extraditado para ser julgado pelos crimes contidos na intimação trazida por Tramell e assim ele conseguiu retirar as crianças daquele país.
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Chega a Portugal por parte da RTP2 o especial de 24 que foi transmitida há 10 dias atrás nos Estados Unidos. Sim, a RTP2 anda mesmo a evoluir, pois pouco mais de uma semana de diferença da transmissão original é obra mesmo! 24 - Redemption é um episódio especial da série “24″, cuja história se centra entre a sexta e a sétima temporada. Neste episódio especial, cuja acção não decorre durante as habituais 24 horas de um dia normal mas sim em apenas duas, Jack Bauer combate uma ameaça estrangeira no seu próprio território,neste caso a fictícia nação africana de Sangala (Sinopse RTP2). Para ver hoje a partir das 22h45 no canal público RTP2.
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Em uma semana, consegui terminar os 3/4 da segunda temporada que me faltava. Depois de uma primeira temporada excelente, o maior desafio desta segunda era, pelo menos, manter o nível que nos habituado na temporada anterior, e posso dizer, com toda a certeza, que esse nível foi mantido. Se eu tinha dúvidas que 24 era a melhor série de acção, elas dissiparam-se agora, após o término maravilhoso desta época. 24 é uma série recomendável, muito melhor que Prison Break (na minha opinião) e com uma história rica.
O que eu mais gosto em 24 é que ela não é apenas uma série de perseguições, acção, tiroteios, mas uma série em que o valor humano é posto à prova e onde os sentimentos estão bem patentes. Já disse na review da primeira temporada que o actor Kiefer Sutherland estava óptimo no seu papel e não consigo imaginar outra pessoa a substítui-lo. Além disso, ele faz uma trabalho perfeito como produtor de todos os episódios que compõem este segundo ano.
Se na primeira temporada temos a revelação inesperada de que a má da fita é Nina Myers, nesta também temos uma surpresa pelo meio. Outro aspecto positivo da série é exactamente esse: não se pode confiar em ninguém, onde o amigo pode se tornar e inimigo e o inimigo pode se tornar o maior aliado à salvação dos Estados Unidos da América. O mesmo se passa com Sherry Palmer, que no início conseguia ser uma personagem irritante mas que depois revela-se importante em toda a trama.
Kim Bauer nunca tem uma vida fácil. Na primeira temporada ela é raptada de modo a que possam fazer chantagem com o pai dela, Jack Bauer. Agora, ela parece viver uma vida normal, à excepção de não falar com o pai desde que a mãe morreu, até que ela descobre que a menina que ela toma conta é vítima de maus tratos pelo pai, que se vem a revelar muito perigoso, colocando a vida das duas em perigo. Um dos pontos positivos da história dela foi como terminou a relação desta com Miguel, depois de ele ver que a sua perna foi amputada.
Como não podia deixar de ser, temos a introdução de novos personagens, como a família Walter. Também é-nos apresentadas Michelle Dessler e a irritante Carrie Turner. Existe também todos aqueles personagens secundários necessários para a contrução de toda a conspiração. Aliás, a produção de 24 deve ser a que mais gasta, em séries, com personagens secundários e/ou figurantes (pode ser exagero… mas a verdade é que há momentos que a nossa cabeça já está tão confusa que não sabemos quem é quem).
Enquanto uns entram para 24, outros crescem. Exemplo disso é Tony Almeida, que ao longo da segunda temporada consegue se afirmar mais que na anterior. Além do destaque a Tony, gostei da história envolvendo George Mason após a sua exposição a platónio, assim como o seu final. David Palmer também fica mais interessante nesta temporada, mas por vezes a história da sua presidência e os seus inimigos torna-se chata, mas compreendo que é necessária.
Por fim, e porque o texto já está grande, quero destacar algo que faz com que 24 ainda suba mais na minha consideração: a capacidade de arriscar. Por exemplo, eu sempre pensei que no último episódio veriamos a bomba a ser desactivada e tudo acabava em bem. Mas não! Além de ser muitos episódios antes da season finale, a bomba explode realmente, numa cena muitíssimo bem feita e realista. Isso é algo que outras séries nem sequer põem a possibilidade de acontecer, como o caso de Heroes no final da primeira temporada.
Nota: 9,3
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Depois de um mês sem a série que tem uma das melhores temporadas de todas as séries, eu voltei a pegar em 24. Eu tinha parado no sexto episódio da segunda temporada, mas hoje decidi que quando tiver um tempo livre, tenho de ver 24, pois esta temporada está sensacional. Com dezenas de séries para ver nesta fall season, posso dizer que só no fim de semana é que tenho tempo para ver algo que não seja pela transmissão pelos Estados Unidos.
24 é uma série tensa, cheia de acção e adrenalina. É uma série que é muitíssimo bem escrita, com actores perfeitos em cada papel, com um nível acima de muitas séries de acção. 24 é um sucesso mundial que é merecidamente reconhecida. A sétima e esperada temporada está a deixar muitos fãs ansiosos, pois já estão à dois anos sem episódios inéditos. O formato inovador faz com que a série seja ainda amis aplaudida pelo público.
Agora, se me dão licensa, vou ver o oitavo episódio da segunda temporada e espero que no final de Janeiro, quando estrear a sétima temporada, já tenha visto até ao final da sexta temporada.
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Vocês sabem aquela sensação de ter vontade de pregar umas punhadas em nós mesmos por não termos visto uma série anteriormente, apesar das inúmeras recomendações? Eu sinto-me assim, principalmente depois de ter começado a ver 24 à uma semana atrás e Friends, que comecei ontem.
Não! Eu nunca tinha visto Friends de forma regular. Apenas via uns episódios pela RTP 2 e mais recentemente pela Sony. Sim… podem-me gozar, bater, ‘xingar’, etc, porque eu mereço! Hoje ainda fico a pensar “Como nunca vi essa obra prima antes? Essa obra que é o melhor do que já se fez em comédia!”. Estou completamente entristecido por ter dado prioridade a séries como Dexter, que ao pé de Friends, nem tem comparação (o meu gosto é esquisito, hein?).
Consegui apaixonar-me por aquele grupo de seis amigos imediatamente. Não sei explicar… Friends é… sei lá… diferente! Consegue prender o espectador, aprender a viver mais feliz; dar o verdadeiro valor à amizade. Além do mais, a comédia de Friends é extremamente genial, conseguindo fazer gostar de um género em que sou altamente esquisito. E por favor, não coloquem mais nenhuma vez Friends e The Big Bang Theory na mesma frase. Friends não merece isso, pois a série ‘nerdezinha’ é uma das piores coisas que estreou na temporada passada (pronto, eu coloquei as duas na mesma frase, mas foi apenas para deixar a entender que TBBT é uma autêntica palhaçada, no mau sentido, e o meu ódio pela série é irredutível).
E agora viro-me para 24. Que coisa mais electrizante! Que trama inteligente. Quer protagonista bem interpretado! Estou completamente abismado com essa história, uma história de acção, mas que também mistura mistério, romance e até sentimentos. Não me vou repetir muito, pois o meu parecer sobre a primeira temporada já foi comentado aqui, mas tenho-vos a dizer que estou a adorar a segunda temporada!
Agora vocês, quais são as vossas drogas?
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Há muito tempo que não me empolgava verdadeiramente com uma série. A última vez que me lembro de me sentir assim foi quando assisti as três temporadas de Prison Break numa semana e meia, mais ou menos. 24 fez-me lembrar o porquê de eu ser viciado em séries, veio-me demonstrar e finalmente descobrir que o meu género favorito são séries de acção. Mas, 24, veio demonstrar principalmente que uma série pode inovar, pode cativar, pode viciar.
O seu formato inovador é conhecido por todos: uma temporada de 24 episódios é, no tempo da série, um dia da vida de Jack Bauer, sendo que um episódio corresponde a uma hora desse mesmo dia. Talvez esse era o maior entrave para eu nunca ter pegado na série. Pensava para mim próprio que uma série que, numa tempoada interira, mostrasse apenas a acção de um dia, só podia enrolar. Como eu enganei-me!
O suspense é mantido do início ao fim, contudo houve, na minha opinião, uma queda do ritmo depois do episódio número treze, quando Teri e Kim são resgatadas. Mas foi algo que levou pouco tempo e a adrenalina voltou a partir do momento em que o Esconderijo é atacado. Achei essa trama da amnésia da Teri e pensar que Kim estava morta genial, que acrescentou ainda mais destaque às duas personagens e excelentes actrizes.
Uma das personagens mais aborrecidas do mundo das séries é a mulher do presidente: Sherry Palmer. O seu jeito de ser, a sua mania de ganhar, as suas atitudes contra Palmer… é tudo tão chato que às vezes até me apetecia passar as cenas em que esta aparecia, isto porque ela nem veio a acrescentar nada à história. Já o seu marido foi uma personagem cativante mas tinha mesmo a obrigação de o ser, sendo um dos personagens principais da temporada.
Kiefer Sutherland é, sem dúvida alguma, um dos melhores actores da actualidade. Deu para perceber isso nesta temporada e espero que nas próximas também. Os momentos dele com a família e, principalmente, quando descobre que a mulher está gravida sabendo que se iria entregar e ser morto é algo muito emocionante. Não consigo pensar sequer viver metade do que ele viveu num só dia: ser raptado, a sua família ser alvo de terroristas, salvar o próximo presidente norte-americano e ainda lidar com uma traição completamente avassaladora.
I’m federal agent Jack Bauer, and today is the longest day of my life.
Nota: 9,5
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