Arquivo para a categoria “Brothers and Sisters”
Hoje é um dia especial para quem ama essa família, é retorno dos novos episódios de B&S , porém ainda postarei o episódio que faltava da leva anterior. Me pergunto, será que eles fizeram falta? Digo com facilidade: Sim. Pois eles sempre divertem, ensinam, irritam, fazem chorar e tudo que esses singelos 42 minutos em média por episódio podem fazer com essa pessoa que vos escreve. Nada mais marcante que um bom episódio de “Thanksgiving” e a decisões que devem ser tomadas durante sua celebração. O grande dilema é contar a Nora que nenhum de seus filhos pretende passar o dia com ela, como sempre costumam fazer. Neste ano cada um pretende passar o dia com suas respectivas famílias, com exceção de Sarah que estará sem os filhos e fica com a penosa função de contar para a mãe sobre os planos de todos. É interessante ver a tão apagada Julia dar uma dura neles em relação a atitude infantil e desencorajosa de contar a verdade a mãe, por que afinal existe algo mais infantil que tirar no palito a sorte? Adoro quando esses 5 se juntam na cozinha correndo desesperados ao ver que a mãe se está chegando com as compras.
Situações delicadas sempre existem, como os problemas de saúde da pequena Elisabeth, que descobrimos serem decorrentes de uma doença em seu fígado, devido a intensa medição tomada no início de seu pré-maturo nascimento. Para isto, vemos Justin e Kevin doando tirando sangue para descobrir a compatibilidade genética com a bebê, pois um deles é o pai biológico. Sempre achei o Tommy o mais distante e sério de todos os Walkers, talvez pelo grau de responsabilidade e seriedade que ele sempre desempenhou com a família, mas neste vemos um Tommy frágil e impotente em ajudar sua filha e toda a dificuldade em lidar com o fato de não ser ele o responsável por salvá-la e mais doloroso, não ser ele o responsável efetivo por trazé-la ao mundo. Porém o mistério é revelado, Kevin “é o pai”, gerando um pouco de frustação e alívio em Justin, porém vemos o quão delicado este assunto era para os três homens da família. Ainda mais quando vemos todo aquele paparico para o Kevin no quarto do hospital e a revolta angustiante de Tommy em ver a família se comportando como se aquilo fosse mais um jantar ou simplesmente um circo armado por todos. Achei legal a suavidade e compreensão de Kitty ao irmão, pois ela sabe exatamente o que ele senti em relação a frustação de não poder gerar uma criança. Repito novamente que os criadores da série tem trabalhado a personagem Kitty muito bem e acho que deram a importância merecida ao Tommy neste episódio. Vemos que o fato dele não ter “gerado” sua filha não o faz menos pai, pelo contrário, ele será o formador de sua personalidade, ajudará a construir seu caráter e estará com ela em todos os momentos de sua vida, sendo assim verdadeiramente seu pai.
Realmente não aguentava mais ver o Kevin e o Tommy do jeito que eles estavam, mas fica evidente que as pessoas se conectam novamente em momentos extremos de suas vidas e sem dúvida o que eles estavam vivendo trouxe a reconciliação necessária. É bonito ver o Tommy reconhecendo que sempre soube e sentiu que era o Kevin. Incrível quão sincera e simples uma conversa pode ser. Porém como diria “Se você não consegue estar em determinado local ou com alguém, traga esse local e esse alguém para perto de ti”, assim o “Thanksgiving” é transferido para o hospital com a presença de todos os Walkers, inclusive o Kevin em suas cadeiras de rodas, como o mesmo diz em todos os anos que ele irá pegar “just a sliver of the food”.
Nota: 9,6
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Estava sentindo falta de um ótimo episódio do início ao fim e quando B&S resolve acertar, eles conseguem. Contagia ver a excitação de Norah com a reforma da casa, incrivelmente auxiliada pelos reclamões: Justin, Saul, Kevin e Scotty (apesar do Scotty ser o mais pró-ativo) de todos durante a reforma. É interessante ver a Norah fazendo algo para si, pois toda sua vida girou em torno do marido e dos filhos e quando vemos ela falar aos filhos “This is my Ojai” vemos o quão importante esse projeto é para ela, não só profissionalmente mas principalmente para construí-la novamente, metáfora da casa versus ela mesma. Vemos algumas decisões precipitadas sendo tomadas, a exemplo de Holly promovendo a filha à Gerente de Propaganda, tudo isto baseado somente numa participação de Rebecca com um dos marketeiros da Walker Landing. Vocês acham que ela consultou o Tommy ao tomar essa decisão? Não, claro que não!
Estava ficando preocupada com o rumo que a personagem Kitty estava tomando na série, mas definitivamente ela voltou ao eixo natural e vai a ela o meu “highlight moment” do episódio. Trish resolve voltar atrás com sua decisão e oferece novamente a adoção ao casal Mcallister, gerando um pouco de desconfiança por parte do Robert, pois eles já se decepcionaram uma vez e temem que novamente fiquem sem o bebê, porém vemos que Trish não tem dúvida alguma quanto adoção. Agora falando em negócios não finalizados, vemos a preparação dos nossos queridos “Greenotopia Boys” e Sarah, estes marcando reuniões com os possíveis investidores para empresa e claro que o Murphy impera sempre. E quem vos bate à porta: Graham, o charmoso destruidor de empresas e caça investimentos arriscados, não tirando também seu título de ex-affair de Sarah.
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Adoro ver a “Big Table” dos Walkers em ação e esse episódio foi mais um digno momento de reuniões e jantares familiares. Interessante ver que eles sempre fazem e agem da mesma forma, sabendo que nem sempre é a maneira certa de agir, ainda mais quando se trata de escolhas e desejos uns dos outros. Por mais batido que às vezes possa parecer, eles sempre conseguem trazer algo inusitado em meio a um grande acontecimento, que neste caso é a promoção do Scotty no trabalho, esse é o pano de fundo para o jantar preparado pela Sarah. Realmente Kitty ainda está enfrentando a difícil fase da perda da adoção e como isto afeta até o seu dia a dia, pois é estranho ver uma Kitti ociosa e usando seu tempo para ver programas de doação na tv e o melhor é ver que seus irmãos e o Robert tentam desesperadamente ocupá-la. Acho muito cômico quando Tommy lembra que Kitty teve uma fase parecida no passado e ele conseguiu tirá-la disso ocupando-a com seus deveres de escola. Sarah está com o novo projeto do site e resolve passar o projeto para Kitty ler e dar opiniões porém o que ela não espera é a tamanha intromissão da irmã em suas idéias para o site, mas é sem bom vê-las interagindo.
Tava começando a achar estranho não terem abordado mais o projeto da instituição de ajuda de Norah neste episódio é retomado o assunto quando ela decidi comprar uma casa para montar a instituição e o Kevin decidi ir junto com ela para ajudar no leilão de casas, porém o adorável autoritarismo de Kevin sempre sobressai nesses momentos e ele que acaba comprando uma casa para ele e o Scotty (decisão mega precipitada ao meu ver, mas tudo bem), além de deixar sua mãe extremamente chateada pois em vez de ajudar ele somente a atrapalhou em sua decisão. É de lei os Walkers sempre “meterem os pés pelas mãos” e Justin não foge disto também quando tentar arranjar um encontro pro Tio Saul, convidando para o jantar o Paul, colega dele do AA, aliás abro um grande parenteses para este cara “WHAT A ASS”. Claro que nada haver, ele se intromete em tudo além de chegar mega cedo na casa de Sarah, o que deixa o Tio Saul bem “p da vida” com o sobrinho.
O real motivo do jantar era uma comemoração à promoção do Scotty no trabalho, porém Kevin decidi contar sobre a compra da casa, ao meu ver totalmente desnecessário por ele consegue retirar todo o brilho e motivo da celebração para o Scotty, assim como revelam a Kitty que estavam tentando “entretê-la” e claro que Tio Saul também deixa a mesa, ou seja, foi mais um jantar daqueles. Agora um momento que não pude deixar de perceber: Quando Robert chega em casa e está conversan com a Kitty, está passando na TV uma matéria sobre a o Barack Obama, é impressão minha ou vi coisas? Fechamos o episódio com conversas familiares, podemos tirar lições de cada uma delas:
Kitty e Sarah: Às vezes o que precisamos é um simples e sincero abraço.
Saul e Justin: Não tente forçar uma situação.
Kevin e Scotty: Conquistas devem ser compartilhadas e realizadas em conjunto.
Norah e Kevin: Seja aquilo que a pessoa espera que você seja naquele momento, fará toda a diferença a ambos.
Nota: 8,0
Escrito por: Mary
Revisado por: Marco
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Colocado por Marco Braga em 30 Rock, Brothers and Sisters, Californication, Destaques, Dexter, Prémios, Samantha Who?, Séries, The Office, True Blood, Ugly Betty
Depois de mais um ano recheado de séries, chegaram as nomeações da 66.ª edição dos Globos de Ouro. A cerimónia será realizada no dia 11 de Janeiro. Nesse ano que finda não houve cerimónia devido à greve dos argumentistas, mas esperemos que a festa seja muito melhor que a dos Emmys, que não foi grande coisa. Nessa lista, sinto falta de algumas séries como Lost, Pushing Daisies e ER. Como as séries da CW nunca são nomeadas (vai-se lá saber porquê) era mesmo de esperar que mesmo com uma temporada muito boa, Supernatural e One Tree Hill (sim, ambas são dois dramas muito bons) não fossem nomeadas. Felizmente True Blood entra logo para a categoria mais ‘importante’ só com uma temporada exibida. Anna Paquin também está nomeada como melhor actriz de drama. Só faltava mesmo o Stephen Moyer pela sua interpretação explendida do vampiro Bill. A última temporada de The Shield também não teve nenhum reconhecimento, ao contrário de The Sopranos o ano passado. Como sempre, 30 Rock e Mad Men sobrevalorizadas nesse tipo de prémios. A vermelho estão aqueles que eu queria que ganhassem e a verde aqueles que eu não me importava nada que também vencessem.
MELHOR SÉRIE – DRAMA
DEXTER (SHOWTIME)
HOUSE (FOX)
IN TREATMENT (HBO)
MAD MEN (AMC)
TRUE BLOOD (HBO)
MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL – DRAMA
SALLY FIELD - BROTHERS AND SISTERS
MARISKA HARGITAY - LAW AND ORDER: SPECIAL VICTIMS UNIT
JANUARY JONES - MAD MEN
ANNA PAQUIN - TRUE BLOOD
KYRA SEDGWICK - THE CLOSER
MELHOR ACTOR PRINCIPAL – DRAMA
GABRIEL BYRNE - IN TREATMENT
MICHAEL C. HALL - DEXTER
JON HAMM - MAD MEN
HUGH LAURIE - HOUSE
JONATHAN RHYS MEYERS - THE TUDORS
MELHOR SÉRIE – COMÉDIA OU MUSICAL
30 ROCK (NBC)
CALIFORNICATION (SHOWTIME)
ENTOURAGE (HBO)
THE OFFICE (NBC)
WEEDS (SHOWTIME)
MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL – COMÉDIA OU MUSICAL
CHRISTINA APPLEGATE - SAMANTHA WHO?
AMERICA FERRERA - UGLY BETTY
TINA FEY - 30 ROCK
DEBRA MESSING - THE STARTER WIFE
MARY-LOUISE PARKER - WEEDS
MELHOR ACTOR PRINCIPAL – COMÉDIA OU MUSICAL
ALEC BALDWIN - 30 ROCK
STEVE CARELL - THE OFFICE
KEVIN CONNOLLY - ENTOURAGE
DAVID DUCHOVNY - CALIFORNICATION
TONY SHALHOUB - MONK
MELHOR ACTRIZ EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
JUDI DENCH – CRANFORD
CATHERINE KEENER – AN AMERICAN CRIME
LAURA LINNEY – JOHN ADAMS
SHIRLEY MACLAINE – COCO CHANEL
SUSAN SARANDON – BERNARD AND DORIS
MELHOR ACTOR EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
RALPH FIENNES – BERNARD AND DORIS
PAUL GIAMATTI – JOHN ADAMS
KEVIN SPACEY – RECOUNT
KIEFER SUTHERLAND – 24: REDEMPTION
TOM WILKINSON – RECOUNT
MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU TELEFILME
EILEEN ATKINS - CRANFORD
LAURA DERN - RECOUNT
MELISSA GEORGE - IN TREATMENT
RACHEL GRIFFITHS - BROTHERS AND SISTERS
DIANNE WIEST - IN TREATMENT
MELHOR ACTOR SECUNDÁRIA EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU TELEFILME
NEIL PATRICK HARRIS - HOW I MET YOUR MOTHER
DENIS LEARY - RECOUNT
JEREMY PIVEN - ENTOURAGE
BLAIR UNDERWOOD - IN TREATMENT
TOM WILKINSON - JOHN ADAMS
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A FOX Life estreia a terceira temporada de ‘Irmãos e Irmãs’ hoje, dia 9 de Dezembro, às 21h00. Esta comovente série dramática acompanha a vida da família Walker através do complicado labirinto do dia-a-dia. Nesta terceira temporada, os irmãos Walker continuam a trabalhar para viver as suas vidas individualmente, enquanto se amam incondicionalmente e tentam manter a normalidade depois da morte e mentiras do patriarca da família, William Walker (Tom Skerritt, ‘Huff’). Juntamente com a estreia da segunda temporada de ‘Lipstick Jungle’, neste mesmo dia, estas duas séries vêm criar um bloco dedicado às temáticas família e vida profissional.
Na terceira temporada a tensão vai aumentar e muitos segredos são revelados quando toda a família Walker embarca numa desastrosa escapadela de fim-de-semana. Os poucos segredos que restam começam a tornar-se frágeis no seio da família Walker: Rebecca (Emily Van Camp, ‘Everwood’), a filha ilegítima de William Walker e Holly Harper (Patricia Wettig, ‘Prison Break’), e Justin (Dave Annable, ‘Reunion’), o benjamim dos Walker, tentam, sem sucesso, esconder os seus sentimentos um pelo outro, e os irmãos Walker montam um plano para encontrar o irmão “perdido”, Ryan, sem que a matriarca Nora (Sally Field, ‘ER’) saiba.
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Quando me fazem esta pergunta eu sem dúvida sei a resposta. Sim, acredito em mágica! Isto me faz lembrar de todo o universo de fantasia e mágica que cresci assistindo, lendo e vivendo (fui cosplayer de Hermione Granger), então eu vivi a mágica mesmo, vesti a mágica, tive e conheci ótimas pessoas e outras nem tão ótimas neste processo. Infelizmente este episódio para mim não tem nada de mágico e está bem longe de enfeitiçar os olhos de quem o assiste. Tudo gira em torno do aniversário do Tommy e as superstições recheadas de predições furadas da cartomante bizarra contratada para o aniversário, que diz que Rebecca ainda irá encontrar seu verdadeiro amor e que o Tio Saul irá encontrar a MULHER (sim gente, a mulher) de sua vida. Além de vermos o velho atracado clichê as três palavras mágicas: I LOVE YOU! Ninguém fez na minha opinião, melhor do que o Ryan em The O.C, é inevitável comparar e esquecer a cara que le faz quando escuta a tão temida frase da Marissa (aliás não sinto falta nenhuma dela).
Voltando ao assunto, como não é de se suspeitar, Nora bola um plano para levar o Sr. Lafferty na festa sem que ninguém saiba de sua verdadeira identidade. Claro que nada passa desapercebido no universo W e com a vinda inesperada de Kitty a festa, a verdade vem a tona gerando um grande conflito entre a aparentada toda e para alegria geral de Holly que aproveita o momento instável e vulnerável do Sr. Lafferty e usa de suas artimanhas para fazê-lo pensar coisas a respeito dos W. Os conflitos no relacionamento do Robert e da Kitty não tem sido fáceis, ao lidar com a expectativa e o temor de serem escolhidos para adoção. Kitty novamente se precipita e a princípio põe tudo a perder ao questionar a mãe biológica sobre as escolhas que ela está fazendo e do fato dela não demonstrar nenhuma dúvida a respeito da doação da criança. No caso, se a mulher quer doar a criança, a única coisa que a Kitty deveria ter feito é apoiar a decisão e afirmar que ela será a pessoa mais indicada a cuidar da criança, quando esta vier ao mundo.
Talvez os ganchos mais interessantes da série tem sido da nova carreira política do Kevin e o fato que ser obrigado a lidar com a conflituosa situação de uma possível “traição do Senador”, colocando em teste sua confiança pessoal x confiança profissional, o que mostra evoluir positivamente no final do episódio ao descobrir a verdadeira situação que Robert estava envolvido. O Kevin ainda é muito novo nisto tudo, porém acredito que teremos boas histórias entre eles pela frente. Outra relação interessante tem sido dos sócios Kyle e John Doe (não lembro o nome dele) e a Sarah a respeito da nova empresa e das criações e expectativas do novo negócio. Espero que o próximo episódio traga a mágica que este não veio a trazer.
Nota: 7,0
Escrito por: Mary
Revisado por: Marco
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Colocado por Marco Braga em Artigos, Brothers and Sisters, Desperate Housewives, Grey's Anatomy, Lost, Private Practice, Pushing Daisies, Séries, Ugly Betty, tags: Dirty Sexy Money, Eli Stone

Foi anunciada finalmente a grelha de programação da ABC para a mid-season e com isso podemos concluir que Pushing Daisies e Dirty Sexy Money vão ser canceladas após o 13.º episódio, mas também que Eli Stone ganha, assim, temporada completa. Srubs voltará com a oitava temporada na companhia de Lost e Life on Mars, que cedeu o seu lugar de quinta-feira a Private Practice.
Mondays
8:00/7:00c - “The Bachelor” (New Season)
9:30/8:30c - “Samantha Who?”
10:00/9:00c - “True Beauty” (New Series)
Tuesdays
8:00/7:00c - “Border Security USA” (New Series)
9:00/8:00c - “According to Jim” (New Season)
9:30/8:30c - “According to Jim” (New Season)
10:00/9:00c - “Eli Stone”
Wednesdays
8:00/7:00c - “Scrubs” (New Season)
8:30/7:30c - “Scrubs” (New Season)
9:00/8:00c - “Lost” (New Season)
10:00/9:00c - “Life on Mars” (New Time Slot)
Thursdays
8:00/7:00c - “Ugly Betty”
9:00/8:00c - “Grey’s Anatomy”
10:00/9:00c - “Private Practice” (New Time Slot)
Fridays
8:00/7:00c - “Wife Swap”
9:00/8:00c - “Here Come the Newlyweds” (New Season)
10:00/9:00c - “20/20″
Saturdays
8:00/7:00c - “Saturday Night Movie”
Sundays
7:00/6:00c - “America’s Funniest Home Videos”
8:00/7:00c - “Extreme Makeover: Home Edition”
9:00/8:00c - “Desperate Housewives”
10:00/9:00c - “Brothers & Sisters”
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Brothers & Sisters sempre foi para mim a série onde tudo pode recomeçar, independente dos erros e dos acertos. Vemos que o Robert & Kitty continuam lidando com a turbulenta vida entre casamento x carreira x adoção, o que deixa Kitti osciosamente obcecada por estar parada em casa, esperando por ele e pelo bebê. O que vemos a descobrir que a angustia é sanada, ao receber a ligação da assistente social comunicando que existe uma grávida interessada em doar seu filho aos Mcllister. Justin dá um passo importante e completa um ano sobre o, assim convida Rebecca para participar da reunião e a mesma tem a brilhante mas não tão brilhante idéia de convidar Kevin e o Tommy, que o ajudaram muito durante a terrível fase a irem na reunião, porém onde tem esses dois definitivamente tem fogo, ou seria mais correto dizer tapas e arbustos. É bem engraçado porém patético ver essa cansativa historinha de gente de 5 anos de idade ” Ah seu bobo nunca vou te perdoar”, tem me cansado mas foi hilário ver os dois entrando na sala todos sujos e machucados.
Adoro ver a Sarah mais próxima de seus filhos, permite mostrar o lado mãe muito mais emocional e presente, tirando a imagem de excelente profissional que ela sempre, por que aquele que me disser que ser mãe não é uma profissão e tanto, me bata. Aceitar riscos e desafios sempre parece ser a melhor escolha para Sarah no momento, quando ela sai para almoçar com Kyle e Ethan, donos da empresa Greenetopia, um site especializado que traz recomendações para usuários e empresas sobre o impacto que a comida que consomem e produzem causam ao meio-ambiente, interessante ver que a sustentabilidade está presente em tudo, no meu TCC da faculdade, nas políticas empresariais entre outras e também nos seriados, achei bem interessante pois é um assunto que me despertou bastante curiosidade. Mas riscos e decisões tem de ser tomadas, quando após uma graciosa conversa com Paige aconselhando a mãe a fazer um esforço extra para conquistar o emprego e Sarah faz isto quando prepara um projeto para apresentar para Kyle e ao entregá-lo no apartamento descobre que o escritório deles fica ali mesmo, deixando indignada e totalmente enganada, mas isto não o faz desistir e assim aparece na casa dela e a convence por a+b que ela é fantástica e que eles a querem para começar esse novo negócio e realmente eu não impediria um homem daquelas a se ajoelhar perante meus pés, não mesmo!
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Agora posso dizer, esse realmente foi um bom episódio, daqueles que traz todo o tipo de expectativa e emoção. É legal ver a motivação e o engajamento da Nora com seu novo projeto, com ela preparando os slides para a os “possíveis investidores” e realmente é ótimo vê-la fazendo algo exclusivamente para ela e não para os filhos. Outra personagem que sempre me cativou de sua maneira mais disfuncional foi Sarah, agora desempregada tendo que lidar com essa “inédita” situação de dedicar-se 24hrs aos seus filhos, que por sinal estão mais terríveis que nunca, também eles tem que aproveitar o tempo com a mamis deles, certo!? Percebi que faz tempo que não falo do casal 20 e neste episódio vemos que Becca confessa a Justin que ela descobriu sobre os documentos do “novo R dos Walkers” gerando mais conflito entre o casal, porém ela o convence que ele deve confiar em sua decisão de tratar isto diretamente com sua mãe, até por que elas estabeleceram um “pacto de confiança e honestidade”.
Até é engraçado ver o que isto gera, meio clichê, meio previsível mas talvez tenha sido a saída correta para terminar com essa “sexual tension” entre os pombinhos e realmente “fight sex over real sex” parece funcionar no mundo das séries. E em relação ao caso “R dos Walkers” os dois tem uma tirada ótima para resolver o impasse, afinal por que brigarem por uma briga que nem pertence a eles e por que não colocarem suas mães ” face to face” para resolverem mais este problema conjugal do falecido William. Adoro um bom conflito entre essas duas, a maneira com que ela se esfaqueiam sem ao menos usarem uma faca é inacreditável, mas é claro que faltou voar bebida e comida na cara uma da outra mas elas ainda não perderam o jeito em lidar com situações assim.
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Tive que me ausentar das reviews durante as ultimas semanas, por isto estou três episódios atrasada. Estive sem dormir direito grande parte pela correria da faculdade e pela entrega de meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), sei que isto não justifica minha ausência, mas aqui estou eu novamente com os reviews. Não foi meu episódio favorito até agora, mas também não foi dos piores existentes. Tivemos alguns momentos como o início da reaproximação de Holly e Becca, o pacto do “no more lies” entre elas e se isto será realmente efetivado. Achei sútil e engraçado ver Saul, Sarah e Kevin na beira da piscina tomando sol como se fosse algo natural e comum a se fazer em plena semana. Por falar em Kevin, algo muito chocante acontece neste episódio, pois vemos que o Robert está procurando um novo substituto para Kitty em sua equipe e nada parece dar muito certo até que a vaga é oferecida ao Kevin, sim o advogado democrata liberal. Bem inusitado certo, um democrata trabalhar para um republicano. Vamos ver aonde esta história vai parar, pois é nítido as diferenças políticas e pessoais que ambos tem.
Engraçado como vemos alguns personagens saírem do limbo, mesmo que seja durante uma cena e este foi o caso da Julia, que sempre foi a sombra esposa de Tommy, aquela que tinha duas ou três linhas por episódio e mesmo assim não trazia muita relevância.Talvez o momento “high light” dela tenha sido durante a gravidez e a perda de um dos gêmeos, porém fora isto é realmente difícil vê-la como uma personagem efetiva, mas gostei que neste episódio ela mostrou que pode ir além durante a conversa na cozinha com a Sarah, a respeito de sua briga com o Tommy, conversa que foi responsável pela reaproximação dos irmãos e que sem dúvida foi uma das cenas mais lindas. O momento em que eles começam a abrir a famosa cápsula do tempo, acho bem diferente esta tradição norte americana em arquivar itens materiais importantes de suas vidas e enterra-los para abrirem 20, 30 anos depois. Eu fiz junto com a turma da faculdade uma espécie de cápsula, na qual cada um teve escrever uma carta dizendo o que imagina do curso e do que seria quando concluíssemos os 04 anos de estudo, engraçado que é bem o que mostra a história “tudo teve que passar”, independente de como encaramos e vivemos isto.
Como o próprio nome diz, algumas coisas devem realmente ir, nos deixar realmente. Mas sabemos que com os Walkers as coisas não funcionam na prática. O episódio gira em torno principalmente da nova ideia empreendedora de Nora para criar uma Instituição sem fim lucráticos para ajudar crianças e jovens doentes, porém para isto ela precisa de um espaço para montar seu escritório e claro precisa de $$$ para iniciar o projeto! Muito comum nas casas americanas são aquelas garagens que mais servem para “porta tranqueira” do que para ser efetivamente uma garagem. E lá encontra-se diversos objetos pessoais de cada integrante da família, especialmente do finado patriarca, William. Interessante ver o conflito entre Justin e Nora a respeito dos pertences do pai, quando ela decide fazer uma “Garage Sale”. Novamente vemos que a Sally Field nasceu para ser uma matriarca, a verdadeira Sra.Walker. Achei extremamente sincero e impactante quando ela diz que tinha acreditado em algum momento que a Holly possa ter dado a ele o que ela não tenha conseguido. Mas ela percebe que nada era diferente, que na verdade ele não a amou e não amou Holly. Ele era simplesmente um traidor! E incrível como a história vira no momento em que Justin está contando o dinheiro de toda a arrecadação do bazar, e ela diz tão dilaceradamente “Its all gone”, a expressão e a sinceridade do momento deixam cada vez mais explicito que ela é o coração da série, por mais pentelha e neurótica que possa parecer por vezes, ela é a alma da trama.
Nota: 8,0
Escrito por: Mary
Revisado por: Marco
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