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snapshot20081216233843Já vos disse que os amigos são a melhor coisa do mundo? Se não, ficam a saber agora. A amizade é um tema sempre muito bem tratado nesta temporada de ER, que está óptima, e como hoje fiz uma jantarada com os amigos, não podia estar mais feliz. Continuando, este foi o último Natal de ER e a saudade já se começa a sentir. Gosto particularmente de uma coisa na série: a relação médico-paciente. O que me ri quando a velhota disse que tinha marijuana nas bolachas que eles comeram! Uma coisa que detestei foi a Sam ter dado um tempo no Tony por causa do que aconteceu. Não vejo necessidade disso, mas pronto, vamos ver o que sai daí.

Nota: 8,3

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snapshot20081212210902Antes de mais, desculpem pelo atraso de uma semana do review do episódio. Confesso que já tinha visto ontem, mas como já era tarde não tive paciência nenhuma de escrever. Pelo vídeo promocional, o episódio prometia mais drama por parte do casal Sam e Tony, mas como os restantes episódios da temporada já exibidos, essse episódio conseguiu ser óptimo. Uma das melhores cenas é aquela em que o miúdo vai à morgue e encontra a irmã morta e pergunta ‘Porque é que ela não acorda?’. Adorei ver a chefe da Urgência a se divertir um pouco com o outro médico numa espécie de karaoke. Interessante e triste o passado dela: além de perder um filho depois de ficar doente, ainda teve um aborto. ER continua a ser a série médica que mais gosto no momento, que prepara-se para terminar em grande (Março de 2009).

Nota: 8,8

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Palavras para quê? Esta temporada está SENSACIONAL! Cada episódio tem trazido uma história interessante e mesmo que não haja saídas ou participações especiais de personagens antigos, ER está no topo das séries médicas a serem exibidas actualmente. Acho que é a única série da NBC que eu verdadeiramente adoro (ok… tem lá Heroes e 30 Rock, mas não ‘adoro’ assim tanto as duas como estou a gostar de ER). E como disseram na comunidade do Orkut da série, ‘todos os episódios estão a cima da média’.

‘Age of Innocence’ seguiu o caso de um casal atacado porque o marido era um pedófilo. A história foi muito bem construída, deixando-nos numa sensação de surpresa no final. Quando Brener diz que aos 10 anos foi várias vezes violado, temos mais uma excelente cena dramática a que ER já nos habituou, mas o mais chocante foi ele descrever os passos de um pedófilo e nós vermos que afinal o tal homem não era inocente! Pelo vídeo promocional do próximo episódio que vai ao ar daqui a 15 dias (maldito Thankgiving), emoções fortes estão por vir e eu, claro, estou aqui para contemplar.

Nota: 8,9

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Quando os teus pais morrem, és órfão. Quando o teu companheiro de vida morre, és viúvo ou viúva. Mas quando um filho morre… não tem palavra certa para descrever.

É absolutamente incrível o nível que esta temporada tem demonstrado nesta última temporada. Actualmente, não existe melhor série médica de ER, nem mesmo House ou Grey’s Anatomy estão melhores. Todos os pormenores são tidos em conta, como por exemplo neste episódio: com a volta de Anthony Edwards, também regressou o antigo logo da série, aquele em que as letras ER (minúsculas) vermelhas se sobressaem num fundo verde.

O centro das atenções de Heal Thyself (além do Dr. Greene claro) foi a actuação soberba da actriz Angela Bassett no papel da chefe Cate. Confesso que ao início não gostava dela, mas agora é uma das minhas personagens favoritas. É muito difícil descrever o que sinto por este episódio de tão bom e tocante que ele foi, mas posso dizer que adorei as cenas de transição entre as duas linhas temporais. Também foi muito bom ver a conversa que Cate tem com o Dr. Morris, conversa essa que eu transcrevi no início deste post.

Nota: 9,5

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Nunca pensei que ver esta décima quinta e última temporada de ER (Serviço de Urgência em Portugal) me desse tanto prazer. Isso está espectacular, arrico até a dizer que ainda mais cativante que Grey’s Anatomy. Em ‘Oh, Brother’ não tivemos nenhuma volta de um personagem antigo nem saída dos mais veteranos, como tem acontecido nos episódios anteriores, mas em contrapartida temos a possibilidade de conhecer melhor a família da nova chefe do Emergency Room, Cate. A cena em que Neela está no bar mais os rapazes é bem descontraída e muito boa.

O caso médico desta semana também foi interessante porque tivemos como ‘médico de serviço’ Chaz Pratt, irmão do recente falecido Greg Pratt. É bom ver que ele está a superar bem a morte do irmão e que segue a sua vida em frente. Também é impressionante a vocação do rapaz para medicina. Apesar de ainda estar no primeiro ano do curso e de alguns erros enquanto tentava salvar um paciente, Chaz demonstra que esta é a profissão certa para ele. Quem sabe se ER não tivesse 20 temporadas, estariamos a vê-lo a trabalhar no hospital de Chicago.

Nota: 8,6

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Depois de alguns rumores de que o famoso actor de Hollywood não estaria disposto a voltar ao County General Hospital, finalmente surge a notícia de que ele irá participar na última temporada de ER. Clooney interpretou Dr. Doug Ross durante as primeiras cinco temporadas da série e voltou no final da sexta para uma participação especial. Foi a série da NBC que o lançou para o cinema, pois os principais filmes dele só aconteceu após a sua participação em ER, e o ajudou a ser a celebridade que é hoje em dia. Quem confirma é o actor Noah Wyle que diz que George disse-lhe que se a agenda o permitisse, ele voltaria ao hospital mais famoso da televisão.

Mas para quem não sabe, George não está sozinho. Noah Wyle foi o actor que mais episódio gravou da série, num total de 249 (segundo o imdb). Wyle, tal como Clooney, esteve na série desde o início e ficou até à 11.ª temporada e alguns episódios da segunda. Noah vai voltar este ano para quatro episódios finais. Anthony Edwards, que gravou 180 episódios, vai voltar em flashbacks já na próxima semana. A sua carreira pro ER finalizou-se em 2002, na oitava temporada, após o seu personagem, Dr. Mark Greene, morrer de um tumor cerebral.

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Mais um personagem antigo que volta a dar as caras em ER. É Halloween no mundo das séries! Já tivemos episódios especiais de Supernatural e CSI, Grey’s Anatomy eu não sei porque ainda não vi, mas a verdade é que é sempre bom comemorar estas datas especiais (como eu gosto dos especiais de Natal…). ER não fugiu à regra e no décimo quinto ano desde a sua estreia, o dia das bruxas volta a fazer parte dos médicos de County General Hospital.

Como disse no início do texto, um personagem voltou ao hospital (eu não o conhecia porque não vi todas as temporadas de ER) e fez um surpresa aos seus antigos colegas. Muito interessante a história dele e a força de vontade em lutar mesmo sem pernas. Os casos médicos também foram minimamente interessantes e foi bom ver a ligação entre os dois. O balanço que posso fazer desta última temporada da série é que está a ser muito boa e eu estou a adorar.

Nota: 9,0

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Antes de começar o review de ER, quero contar as boas novas que envolvem a série. Sendo a série mais vista no seu horário, a NBC está a pensar produzir nesta última temporada 22 episódios, ou seja, mais três que 19 previstos anteriormente. Eu confesso que quero ver o final logo, e não me interesse se são 10, 15 ou 20 episódios. Quero é ver! Afinal de contas, foi por isso que estou a ver esta temporada.

Parental Guidance é um episódio entre pais, filhos e irmãos. Se por um lado, temos a confiança entre um pai e um filho a ser posta à prova, por outro temos um caso chocante de uma irmã que se sente feliz ao ver a sua irmã péssimamente. Confesso que quando a irmã diz que foi ‘ela’ a empurrar-lhe, pensei primeiramente na irmã do que na mãe, mas quando a mãe é interpretada, mudei de opinião. O final é bizarro com os berros daquela criança!

Nota: 8,3

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Nem consigo descrever como me senti ao ver a última cena de Abby. O episódio marcou o fim de uma personagem que eu próprio ainda me lembro de episódios de temporadas passadas, por isso emocionou-me mais que a própria morte do outro personagem no primeiro episódio desta décima quinta temporada. Abby merecia um episódio só seu, de modo a finalizar a sua história. Ela teve e muito bem!

Apesar de ter casos médicos pouco interessantes, a verdade é que nem isso estragou a magia do episódio, pelo menos eu prefiro pensar assim. Tal como aconteceu com a despedida de Quentin em One Tree Hill, Abby sai da série de forma emocionante ao ponto de me tirar uma lágrima. Gostei também de ver a relação que ela teve com aquele miúdo. A seguir, segue-se a despedida da mesma, que vale a pena ser vista por todos, que podem relembrar até personagem antigos, na cena em que ela cola o seu nome do cacifo na parede.

Nota: 9,2

Ah, e se não tiverem paciência para ver o vídeo todo, vejam pelo menos a cena da dança que está aos 4 minutos e 30 segundos, pois ela é sublime.

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Minha querida Liz Parker (Roswell), ainda bem que chegaste a ER. Eu já tinha saudades tuas…! Como já devem ter percebido, houve a introdução de novas personagens, como não poderia deixar de ser, pois agora estão a sair alguns antigos. Temos novos quatro estagiários e uma nova chefe do serviço de urgência, que, diga-se de passagem, é mais uma cópia da Bailey de Grey’s Anatomy.

O mais interessante neste episódio foi o ataque ‘bioterrorista’, em que três estagiários e o Dr. Luka. Os restantes casos médicos foi mais do mesmo, sem nada de novo. O que ajudou também em ‘Another Thursday at County’ foi que já começamos a conhecer um pouco os estagiários: um casal carismático e meigo, um homem preocupado com a família e a típica loira que adora cuidar do visual.

Nota: 8,3

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