Arquivo para a categoria “Fringe”


Desculpem fãs de Terminator, mas Fringe está em primeiro lugar e apesar de já ter o episódio de TSCC no computador, preferi ver este primeiro por uma simples razão: Fringe teve críticas positivas e Terminator negativas e, claro, o pior fica sempre para o fim. Devido às referidas críticas positivas, a minha curiosidade por Safe era enorme e a desilusão foi um sentimento que não senti, de todo, ao vê-lo. Se nos primeiros episódios a minha paciência pela série já era posta à prova, depois daquele hiatus de três semanas, J.J.Abrams voltou com com episódios bombásticos, fazendo as delicias de nós, fãs de bom produto de televisão. O episódio não só ligou muitos mistérios anteriormente não resolvidos, como deixa um grande cliffhanger para o que vem em Janeiro com o rapto de Olivia. A série está a entrar de uma forma excelente no verdadeiro ramo da ficção científica com as viagens no tempo entre outras coisas bem apetecíveis.

Nota: 9,2

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Parece que depois daquelas três semanas de descanso, Fringe voltou num nível excelente que já não se via desde o piloto. A volta da Massive Dynamics deu uma lufada de ar fresco que a série tanto precisava e conseguiu criar aquele que foi o episódio mais cativante desde do início da série (talvez à excepção do primeiro episódio). Temos de aplaudir J.J. Abrams e a sua equipa por criarem inícios de episódios maravilhosos, criando logo uma expectativa do que vem por aí.

Desta vez, o episódio começa com umas borboletas (finalmente sabemos o significado das borboletas e dos sapos que vinham nos posters promocionais) a atacar um funcionário da Massive Dynamics. A única coisa que me deixou de pé atrás foi o facto de Olivia ir outra vez para o tanque. Esperemos que a situação não se repita por muitas e muitas vezes. Mas nada bate a história de Christian Shepard… er… desculpem… John Scott. Aquele final em que John diz que a viu no restaurante foi mesmo muito bom, mas não em deixou ansioso pelo próximo, pois sabemos que esta história não vai ser tratada para já.

Agora imaginemos: se Olivia quer entrar nas memórias de John e descobrir tudo sobre a Massive Dynamics, e sabendo que ele é uma espécie de capanga da empresa, o que será que John vai fazer quando vir Olivia ‘vasculhar’ estas memórias? Isso sim deixa-me ansioso por ver o que se segue! E acabei por não falar muito da história de Peter, que começa finalmente a desenvolver-se.

Nota: 9,2

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Fringe tem duas vertentes: uma boa e uma má. A boa é que consegue ter casos que nós não poderíamos imaginar ser possível e óptimas interpretações dos actores do elenco principal e até dos secundários. A parte má da série é que deixa sempre para trás o caso que deixou em aberto na semana anterior, iniciando um novo a cada semana. Algo que eu nem sei se é bom ou mau é o facto da banda sonora da série ser uma cópia da de Lost e quem disser ao contrário das duas uma: ou defendo Fringe com unhas e dentes ou então precisa de ir comprar um pacote de cotonetes à loja.

Apesar de tudo, The Equation conseguiu ser um dos melhores da temporada até agora. Pelo menos conseguiu cativar-me do início até ao fim, algo que a série já não conseguia há alguns episódios. Mais uma vez temos um final completamente inesperado e com uma ciência inimaginável: ‘atravessar’ o que é sólido! Já vimos isso em Heroes, mas em Fringe tudo é mais realista e explicável. Outra coisa que gostei foi da visita de Walter ao manicómio. Quem será aquele ‘duplo’ que falou com ele enquanto ele estava deitado?

Nota: 8,6

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Foram três semanas sem Fringe e confesso que não senti muitas saudades da série. Fringe é algo bem inteligente e muitíssimo bem feito, mas continua a não me cativar. Acho que o principal factor para isso é não ter mais cenas que desenvolva o mistério principal da temporada e sim demasiadas relacionados com o caso que nos é apresentada a cada episódio. E foi por isso que gostei deste regresso, apesar de não ser nada grandioso, mas conseguiu que fosse mostrada um pouco mais de toda a conspiração envolvente.

Uma das melhores coisas da nova série do criador de Lost é a ousadia em mostrar as esquisitices. Por exemplo, já tivemos um olho fora do lugar e um corpo meio transparente, e agora tivemos um coração com um parasita a rondá-lo. Outro ponto positivo são as habituais cenas em que um pormenor é importante: neste episódio apareceu novamento o ‘Observador’, aquele homem careca que apareceu há uns episódios atrás e também no 1.06, a sair de um elevador. O mistério adensasse e espera-se grandes episódios pela frente.

Nota: 8,5

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Fringe tornou-se numa série que prometia ser a melhor estreia de temporada desta fall season. Contudo, o lugar foi-lhe roubado pela série da HBO True Blood. Mas isso não significa que Fringe não seja uma série boa, pois eu também estou a gostar muito desta nova criação de JJ Abrams. Apesar de tudo, e como não sou adepto de procedurals, ainda fico com o pé atrás cada vez que chega um novo episódio ao computador.

The Cure foi mais um típico episódio de Fringe, com uma boa história e com um final bombástico. O caso da semana foi interessante e por vezes horripilante. Outra coisa que gostei foi da história do padrasto de Olivia. Espero que esta história traga bons momentos de acção no futuro da série e que seja bem desenvolvida. Ainda temos mais um mistério (sim, nota-se mesmo que isso é uma criação de Abrams) que é sobre o acordo de Peter e Nina.

Nota: 8,5

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Depois do episódio excelente da semana passada, Fringe consegue mais um produto de grande qualidade. Eu adorei este episódio que, para mim, foi o segundo melhor da temporada. Durante os quase 50 minutos que compuseram este episódio, eu fiquei completamente colado ao ecrã por dois factores: mais avanço na grande conspiração que está a envolver esta primeira temporada e um grande caso da semana que se demonstrou muito interessante.

Power Hungry divide-se nas duas linhas temporais descritas acima que acabam por ligar-se por meio de John Scott, o ex-amante de Olive. Uma das coisas que faz com que Fringe se destaque é a sua inteligência, assim como outras séries da FOX, como House e Prison Break. Apesar de tudo, a relação de Walter e Peter começa a ficar cansativa, apesar deste último já não ser tão irritante e intransigente com o pai como era no início da série.

Nota: 8,6

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Depois da CW anunciar que 90210 terá temporada completa, chega a vez da FOX decidir que Fringe também merece ser contemplada pelo mesmo. A série de J.J Abrams conta a história de Olivia, uma agente do FBI que, em conjunto com Walter e Peter, tentam resolver casos bizarros e inexplicáveis. A série conseguiu no último episódio exibido 10.04 milhões de telespectadores, mantendo uma média, até agora, de 10.7 milhões.

Por outro lado, Terminator está em risco de nem sequer completar a sua temporada. A série que dá continua à saga Terminator está a ser culpada pelos maus índices de Prison Break (por favor, só podem estar a brincar!) e por isso poderá não ter os seus 13 episódios inicialmente encomendados todos exibidos na televisão. Entretanto, a FOX já declarou que não haverá produção de novos episódios, para tristeza de inúmeros fãs (estudo do TorrentFreak indica que Terminator: TSCC é uma das séries mais pirateadas pelo Mininova).

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Neste quarto episódio chegamos a um ponto onde já começamos a conhecer a série, os seus principais mistérios, histórias e personagens. A partir daqui podemos ver o que está por vir, podendo já construir o nosso próprio conceito sobre a série, agradando a alguns e a outros não. O que vi em The Arrival agradou-me muito e agora tenho a prova que Fringe tem muito para dar e surpreender, e enquanto não desiludir, eu estarei aqui para acompanhar.

A série chegou a um ponto, neste episódio, que é impossível não fazer uma referência a Lost neste artigo. Quem viu o episódio, sabe que foram criadas tantas perguntas e poucos foram respondidas (mas as que foram respondidas, valeu pelas que não foram), mesmo ao estilo de Lost, e isso é, para mim, algo positivo (não fosse Lost a minha série favorita). Gostei da história do acidente de carro de Peter e Walter, assim como aquela técnica de ouvir os pensamentos.

Fringe consegue sempre aqueles finais do tipo ‘eu quero ver o próximo episódio’. Desta vez foi com a aparição de John que o episódio terminou. Será que ele vai ajuda a Nina a recrutar Olivia para a Massive Dynamics? Ou será que ele está arrependido do que fez e vai unir-se ao FBI para destruir esta grande conspiração?

Nota: 8,8

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Fringe é uma série como House: tanto pode ter episódios fantásticos quando é o elenco fixo que possuem o ‘caso da semana’, como foi House e Wilson no último episódio da quarta temporada, ou simplemente pode ter uma boa história, com um bom desenvimento, mas nada mais que isso. É essa segunda hipótese que define melhor o terceiro episódio desta série que não está muito bem na audiência (9.65 milhões em The Ghost Network e House teve 12.14 em Not Cancer).

O bom de cada episódio de Fringe é que nos são dicas do mistério principal da temporada. Tudo o que envolve a conspiração, assim como a Massive Dynamics, está a ser bem construido, tudo com o seu tempo, claro, mas de forma inteligente e com um grande toque de mistério. cada vez mais eu desconfio do chefe do FBI (não me lembro agora o nome), e também tenho a certeza que Anna Torv cresce como actriz a cada episódio que passa, mas John Noble é que é a alma da série, com a sua interpretação perfeita como Walter Bishop.

Nota: 8,4

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Muitos acreditavam que House conseguiria que Fringe subisse a audiência, pois na sua estreia, Fringe apenas conseguiu 9 milhões de telespectadores. E quem acreditou nisso, tinha toda a razão, porque Fringe subiu metade da sua audiência em relação à premiere da semana passada. Assim sendo, Fringe consegue em The Same Old Story 13.363 milhões de telespectadores. Por outro lado, House estreia com 14.409 milhões a sua quinta temporada.

As séries de terça-feira da CW não estão a ir de forma perfeita. Privileged é como uma Aliens in America 2.0 (isso porque é bem recebida pela crítica mas não tem a atenção necessária por parte da sua emissora, que não sabe divulgar a série, tal como aconteceu com Aliens in America no ano passado), e o segundo episódio conseguiu 2.429 milhões, enquanto que o drama teen 90210 conseguiu no seu terceiro episódio 3.335 milhões, mesmo a concorrer com House na luta por audiência.

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