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heroesA Cláudia Croitor, colunista do Séries Etc no seu blog ‘Legendado‘, publicou uma conversa sua com um amigo sobre Heroes. Sei que este post é inútil mas um pouco de humor na vida não faz mal. Eu achei a conversa simplesmente sensacional e hilariante e tinha de publicar isso para vocês verem. A seguir segue-se o post dela, que podem ver aqui. Aconselho aos fãs de Heroes a não prosseguirem!

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Os heróis de “Heroes” têm poder. Quando eu começo a desistir da série (não porque é ruim, mas por que é inassistível de tão ruim), vêm leitores nos incentivar a continuar e, melhor que tudo, o guru Tapa (aka Bruno Tapajós, autor das falecidas Tiras do Séries e do lindo desenho que ilustra esse blog) tentar me convencer a ver a série. Acho que eu vou voltar a ver. Preciso de humor na vida.

Segue o relato do episódio 13 via messenger. Minha participação foi apenas rir. Para quem se importa: tem spoilers!

brunotapajos: acabei de ver o heroes 3×13. pulei a temporada inteira e fui direto pro final. A série fica bem melhor assim
claucroitor: hahahahaha. é bom?
brunotapajos: claro que não. mas pelo menos acontece bastante coisa e morre um monte de gente
claucroitor: ah é?
brunotapajos: tudo bem que metade desse povo deve voltar na próxima temporada. tipo, quantas vezes o sylar já morreu?
claucroitor: bom, eu me recuso a gastar banda com isso
brunotapajos: o bom de ter pulado a temporada é que o retardamento da história não incomoda
brunotapajos: agora o vilão é o nathan? beleza, vou fingir que isso foi bem explicado
claucroitor: é?
brunotapajos: é
brunotapajos: mas mesmo assim tem coisas absurdas. deve ter um bolão entre os roteiristas pra ver quem ofende mais a inteligência do público. Por exemplo: o hiro tá preso no passado, sem poderes. Aí o Ando injeta a fórmula do suresh na esperança de ganhar poderes de viajar no tempo (esse é o nível de inteligência dos personagens). mas, no fim, ele só consegue o poder de potencializar o poder dos outros
claucroitor: hahahahahahahaha
brunotapajos: mas tudo bem! pq agora ele pode fazer a mina que corre rápio correr mais rápido do que a velocidade da luz, permitindo que ela viaje no tempo e resgate o hiro!
brunotapajos: primeiro, hã?
claucroitor: hahahahahahahahahahaha
brunotapajos: segundo, eles explicam isso com a teoria da relatividade. ok, coisas mais rápidas do que a luz odem viajar no tempo, mas só pro passado!
brunotapajos: antes eles não explicassem nada
brunotapajos: depois eles viram um tonel de soro mágico em cima do suresh e as perebas dele somem, é sensacional.

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Eu pelo menos ri muito. Espero que vocês também :)

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Depois de rever alguns episódios na esperança de que o volume não tenha sido tão ruim, deparei-me ainda com mais erros e situações estúpidas que antes nem tinha notado (ou não queria ver…) e que faz de agora Heroes uma série com um argumento fraco. Como eu já disse num review qualquer deste volume, agora dou mais valor ao volume antecessor que embora fraco a nível de acção e desenvolvimento, sempre era mais conciso e sólido que este Villains.

Tanta promessa em torno de morte dos personagens e nada! Ou melhor, quase nada, pois eles mataram a Elle! Porque não mataram a Maya? O Mohinder? O Peter? A Tracy? O Hiro? O Ando? Não! Vão logo matar a Elle! Isso já para não falar que estragaram um dos meus personagens favoritos: o Nathan. O pai tenta-lhe matar e colocou a mulher numa cadeira de rodas e mesmo assim ele apoia-o? E essa mudança repentina para o grupo dos maus da fita foi uma das piores ideias de Tim Kring.

Em vez de mudarem o Nathan para o lado do mal, porque não deixaram um Sylar de meter medo durante a temporada? Sim, porque a personagem de Zachary Quinto só se redimiu lá para o final, antes ele estava um autêntico burro. Toda a história de Angela e Arthur serem pais dele foi-lhe tão credível quanto o Bennet diz que não são que até roça o ridículo. Felizmente, temos ainda um grupinho que se formou no fim do volume que até é bem interessante: Daphnee, Matt, Ando e Hiro. Ao menos ainda não estragaram a personagem Matt, que actualmente é a melhor de Heroes.

Outra coisa que Heroes sabe tão mal fazer como surpreender são as viagens ao tempo e as mortes ressuscitadas. Para quê fazer episódios no futuro se não dão conta do argumento? A impressão que tenho é que Kring e a sua equipa têm medo de arriscar no mais surpreendente destino. Vamos ver se com a chegada de Bryan Fuller se consegue criar um volume que tenha, pelo menos, metade da qualidade que esta temporada de Pushing Daisies está a ter, que é a última. Que injustiça nesta televisão americana!

As mortes ressuscitada é como um contra-feitiço: o objectivo é surpreender mas conseguem completamente o contrário. Eu pelo menos fico surpreendido quando tenho a confirmação que um dado personagem morreu, porque caso contrário não coloco esperanças nenhumas numa morte em Heroes. Supostamente morreriam a Claire, o Sylar, a Daphne, o Matt, o Ando e todos eles continuam até agora. Por falar na Daphne, se na outra temporada Heroes ganhou com a entrada de Elle, nesta a série conseguiu criar uma Daphne divertida e eu gostei do que foi mostrado, apesar de ser uma personagem que nem sempre soube ser inteligente e pensar por si própria, mas não podemos esperar muito de Heroes, não é?

Por fim, e como o texto já vai longo, nada como falar da história em si. Se nos primeiros dois episódios a história dos vilões versus heróis estava a fluir bem, o descabimento chegou em grande. A entrada de Arthur Petrelli para este volume podia ter sido mais bem aproveitada e eu imagina uma luta diferente entre os dois lados. Acho que um confronto entre ‘mais quantidade de bons’ e ‘mais quantidade de maus’ é que seria excelente. Mas foi como disse anteriormente: eles têm medo de arriscar! E a série perde por isso! Imaginem Heroes nas mãos de J.J. Abrams e na HBO?! Imaginem só! Não seria das melhores coisas em televisão?!

Não há nada que se aproveite de Villains a não ser os primeiros e os últimos dois episódios que foram muito melhores do que o que se passou no meio. Espeera-se um Fugitives que seja mesmo muito, mas muito melhor que este volume. Até lá, é necessário não criar muita expectativa, mas acho que já aprendemos a lição, certo?

4e

Média dos Episódios: 8,6

A avaliação que é dada por estrelas é o geral da temporada e a média dos episódio é a média da nota que eu dei em cada um dos episódios quando fiz o review. Todas as séries desta fall season que eu farei um comentário geral, terão este tipo de avaliação.

Comments 5 Comentários »

snapshot20081216135127Bem… eu adorei este final de volume! Heroes é uma série que se conseguiu redimir no episódio passado e este ‘Dual’ é o início da mudança. Como no final dos volumes anteriores, temos uma cena referente ao novo que nesse caso é o Fugitives, em que Nathan revela ao Presidente dos Estados Unidos que existem pessoas como habilidades extraordinárias que precisam de ser isoladas e juntas, custe o que custar. Apesar de não gostar dessa mudança de Nathan para o lado do mal, acho que o volume quatro tem tudo para ser melhor que Villains (não há-de ser uma tarefa muito difícil, não é?).

Três semanas antes. Sylar prende Claire, Angela, Noah, Meredith e os restantes prisioneiros na sede da companhia. Lá, ele tem uma vontade de ser o Jigsaw e criar jogos do tipo “escolhe quem queres que viva” e resultou muito bem. Já tinha saudades daquele vilão temível da primeira temporada e a personagem de Zachary Quinto está de regresso com toda a força. Fiquei curioso para saber quem são os pais de Sylar. Será alguém que já conhecemos? Será ele filho do pai do Suresh? Este deve ser uma das questões que será resolvida a partir de 2 de Fevereiro, quando começar o quarto volume.

2Na Primatech, Peter luta contra Nathan de modo a destruir tudo o que resta da fórmula. Com a ajuda de dois vilões, este consegue eliminar mesmo tudo até que o irmão de Meredith pega fogo ao edifício. E é aí que Peter recupera as suas habilidades (pelo menos já consegue voar - essa coisa de saber qual a habilidade a atribuir depois da injecção está muito mal explicada) e salva Nathan do incêndio. Nathan, mal agradecido, diz que não é igual ao Peter e que não o teria salvo caso acontecesse algo do género.

Por fim, o Hiro é salvo e rasga a fórmula. A forma como ele conseguiu sair do ferro é que foi meio esquisita, mas estamos a falar do Hiro. A cena em que ele fala com o pombo é muito divertida. Enquanto isso, Matt, Daphnee e Ando precisam de salvá-lo e é aí que Ando ganha poderes. Uma das coisas que mais gostei foi o facto de não ignorarem totalmente o futuro que nos foi mostrado nos episódios anteriores. Não temos uma Claire má nem um Suresh monstro, mas ainda assim assistimos à mudança de Nathan para os maus ou como Ando ganhou o poder.

21Para finalizar, quero realçar o final do volume. Numa cena bem emotiva, Claire perde a mãe biológica que explode com o edifício da companhia. A narração (quase sempre gosto das narrações de Heroes, no início e no fim do episódio) foi esplêndida e demonstrou aquilo que se estava a passar. No meio de tanto desespero, tristeza, alegria e decepção, como é que os nossos heróis vão se safar dessa nova ameaça do governo. Como ficarão as vidas de Sylar e dos restantes que supostamente morreram na explosão? O que vai acontecer com Suresh após ser ‘capturado’ pela Tracy? Respostas só no início da Fevereiro com o episódio ‘A Clear and Present Danger’, que já ganhou um vídeo promocional (que se segue).

Nota: 9,3

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_7260720O sempre informado Michael Ausiello trouxe-nos na sua coluna Ask Ausiello uma das melhores notícias da semana: Pushing Daisies terá final decente. A série deveria terminar, inicialmente, com um cliffhanger para um possível filme ou banda desenhada, mas a ideia era péssima para os fãs que vivem fora dos Estados Unidos, pois não teriam acesso à continuação da história e não saberíamos como terminaria a história de Ned e Chuck. Contudo, só o início e o fim do episódio é que será refilmado, mas já é muito bom tendo em conta que nem isso podíamos ter.

Bryan Fuller, o criador de Pushing Daisies, confirmou o seu contrato com a NBC para ser um dos produtores de Heroes. Conhecido por ser a mente do melhor episódio da série até agora, Company Man, Fuller deu uma entrevista onde fala um pouco do futuro da série. O seu trabalho na série de super heróis começa no episódio 19, numa altura em que, segundo ele, a série estará em grande. Quanto às possíveis histórias que compõem o quarto volume que estreia no dia 2 de Fevereiro nos Estados Unidos, Fugitives, Bryan disse que teremos um Peter de regresso à sua profissão de enfermeiro e uma Claire a ir para a Universidade.

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Será este o início da redenção de Heroes? Finalmente vamos ter episódios ao nível da primeira temporada? Não sei responder a isso, mas que esse Our Father foi um dos melhores da temporada (talvez até o melhor), disso não tenho dúvidas. A um episódio do final, Heroes solidificou-se de uma forma que até tenho medo que destruam o que foi feito neste neste capítulo. Logo no início, Angela dá uma missão a Peter: matar o pai. Quando o confronto entre os dois acontece e eu vejo a bala ‘parar’ exactamente na altura em que quase atinge Arthur, só pensei: vai para a p*rra Peter! Digo isso porque pensei que quem tivesse ‘parado’ o tempo tinha sido o Arthur pois ele tinha roubado os poderes de Hiro, mas finalmente Tim Kring consegue fazer o contrário daquilo que nos tem habituado e ao invés de pensarmos que uma personagem morreu e depois sobrevive, Arthur parecia que se ia dar bem e acabou por morrer!

Adorei a história do passado de Claire e Hiro. Engraçado como eles nunca se tinham encontrada na série até então, mas sempre estiveram tão ligados. Foi uma narrativa (tanto da Claire como do Hiro) tão bem construída que por momentos pensei que não estava a ver esta série que tanto me desiludira na última dúzia de episódios. Só achei um bocado tosca a cena em que Hiro, após ter sido atirado por Arthur do prédio, conseguir agarrar-se àquele varão. Mas isso não tira o que de bom se passou e principalmente o final fantástico que nos foi apresentado. Agora resta-nos esperar pelo ‘volume finale’ que todos desejamos que não desiluda e, principalmente, abra novas portas para um Fugitives em grande. Será que podemos dar mais uma oportunidade a Tim Kring e a sua equipa? Eu acho que sim!

Nota: 9,4

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A terceira temporada de ‘Heroes’ chega à FOX hoje, dia 9 de Dezembro, às 22h20. Está de regresso o drama épico que relata a vida de pessoas extraordinárias que descobrem possuir capacidades igualmente fantásticas. A nova temporada vai explorar a natureza do bem e do mal em todos os personagens, enquanto uma nova fornada de vilões é libertada no planeta. Criada por Tim Kring, autor de ‘A Patologista’, ‘Heroes’ promete continuar a surpreender: os bons serão confrontados com uma sedução do lado negro, e os que julgávamos maus poderão sentir o gosto de serem humanizados.

Neste mesmo dia será exibido o especial “Countdown to Premiere”, uma gala de preparação para a estreia – compilação de imagens do backstage das gravações, da passadeira vermelha, do guarda-roupa utilizado e da festa da estreia nos Estados Unidos – seguido do primeiro episódio da terceira temporada de ‘Heroes’.

Quando um eclipse total envolve todo o planeta na sua sombra, uma grupo de homens e mulheres com poderes especiais sobressaem entre os comuns mortais. Para evitar a concretização de previsões cruéis, alguns desses homens e mulheres reunem-se em Nova Iorque para salvar a cheerleader, e o mundo … Agora, novos sinais de catástrofe começam a surgir, assim como novos vilões e alguns já familiares começam a reunir-se.

Com os seus poderes de volta, o assassino em série Sylar (Zachary Quinto, ‘24’) continua a acumular, sem piedade, as capacidades de outras personagens, o que o leva à Bennet House. Ligado a uma entidade secreta com um particular interesse em pessoas como a sua filha, Noah Bennet (Jack Coleman, ‘Kingdom Hospital’) encontra um novo propósito quando o seu mais perigoso e fantástico inimigo foge da prisão, e a sua captura é fundamental.

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Depois de uma primeira parte boa de se ver, num dos episódios mais sólidos da temporada, Heroes regressa a ser uma série onde nunca conhecemos os personagens e os seus temperamentos/visões da realidade que mudam de um momento para o outro. Até o Nathan, um dos meus personagens favoritos por ser um dos mais importantes e sem muitas mudanças desnecessárias (friso o desnecessárias) desde a primeira temporada, está a se transformar completamente. Primeiro ele não queria divulgar os poderes porque tinha levado um tiro à pala disso e agora já quer que outras pessoas tenham poderes? Por favor, decide-te Kring!

Mas Heroes, neste bloco de The Eclipse, mostrou que ainda tem potencial. Se esquecermos todas as falhas da série, alguns personagens, outros fracos diálogos entre outras cenas bem esquisitas e que só estragam a série, vemos ali um produto que até dá prazer de ver de vez em quando. Felizmente ainda temos um Matt Parkman igual a si mesmo e uma boa química com a Daphne, uma Claire com uma cara bonita e um HRG que traz consigo boas cenas de acção que a série tanto precisa de vez em quando. Finalmente o Peter começa a ganhar um pouco de personalidade!

Agora alguém consegue explicar mais essa burrice de Tim Kring: com tanto personagens maus (mesmo muito maus) para matar, querem ver que ele vai dar cabo da Elle? Isso já para não falar da terrível personagem que Sylar se criou (Mato ou não mato? Faço sexo com a Elle ou arranco-lhe o cérebro? Será que sou irmão de sangue de Peter e Nathan?). Sinceramente, o volume Villains, que finalmente está a terminar, tornou-se pior que o Generations, o segundo da série. Será Fugitives a volta às origens ou o fundo do poço?

Nota: 8,2

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Desde meados da temporada que eu não tenho parado de dizer que Villains é um volume confuso e talvez o pior dos três, mas este Eclipse veio dar um novo ar à série. Gostei muito desta primeira parte de The Eclipse que abre vários caminhos para uma segunda parte ainda melhor. Se o primeiro eclipse deu os poderes aos Heróis e também aos Vilões, este segundo está a tirar-lhes. É muito interessante ver como eles conseguem sobreviver sem eles: se não tens doce de amora, tens de contentar-te com marmelada.

Finalmente HRG regressa pois a sua participação estava meio perdida. Ver Arthur desesperado foi tão bom… mas tão bom… que queria que ele morresse naquele eclipse. A Tracy continua a ser uma das piores personagens desta temporada (sai uma Maya - mas parece que ela vai voltar por causa da pesquisa do Suresh - e entra uma Nikki Versão 3.0). Gostei da história do Haitiano e do poder do irmão dele (afinal Tim Kring ainda tem alguma originalidade). E o Hiro… bem… é o Hiro!

Nota: 8,9

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Talvez esteja a ser um bocado irritante com a série, mas eu adoro quando tento achar furos no guião de Heroes. Adoro encontrar um erro. Uma falha. Algo sem nexo, sem sentido. Heroes já não é a série inteligente que foi na primeira temporada e agora até dou valor à segunda. Erros de continuidade, para quem analisar tudo minuciosamente, não devem faltar. Algo que eu achei estranho neste episódio é o facto da revista 9th Wonders continuar a ser produzida, pois o seu autor (Isaac Mendez) já morreu. Mais estranho é que ela continua a mostrar o futuro e o que Hiro deve fazer. Ora se o Isaac já morreu, quem anda a publicar a revista e, principalmente, a adivinhar o futuro? Angela Petrelli? Não me parece.

É tão bom quando Heroes pensa nas coisas antes para trazer boas ligações no futuro. Interessante que Sylar viu em Claire o catalisador da fórmula. Por falar em Sylar, a relação dele com Elle está boa, mas não gostei da forma como ele aprendeu a tirar os poderes sem matar. Ainda bem que este volume está quase no fim, pois tudo já começa a cansar muito. E já temos uma visão geral dos vilões e dos heróis pela última cena mostrada. Agora eu pergunto ‘quem é mais burro: a Tracy ou o Tim Kring?’. E mais não digo.

Tim Kring promete um quarto volume, Fugitives, do zero (mas quantas vezes já ouvimos essa promessa?). Nota-se mesmo que a equipa está consciente que o trabalho não está suficiente bom. Vamos ver no que isso vai dar!

Nota: 8,0

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Eu preciso de rever a primeira temporada pois a impressão que tenho depois de ver este episódio é que Heroes tem alguns erros de continuidade. Não foi um episódio com as habituais reviravoltas do costume, mas nem por isso conquistou-me e estou a pensar seriamente de deixar de ver a série. Contudo, Tim Kring prometeu que vai simplificar a história (não que eu seja burro para não perceber um enredo ‘tão inteligente’ como o de Heroes, mas… é melhor mesmo Tim) e por isso vou dar mais uma oportunidade, por enquanto.

Villains serviu mais para fechar alguns mistérios que já havia na série há muito tempo. Algo que adorei (sim, sem ironia) foram as ligações com cenas da primeira e grande temporada da série, como o facto de Meredith ir no comboio que explodiu e Claire esteve no sítio do acidente, a explicação para a tentativa de homicídio de Nathan e ainda aquela cena em que Suresh conduzia o taxi. Isso tudo foi visto no sonho de Hiro e quando ele acorda, após saber a verdade sobre Arthur, recebe a visita inesperada deste, depois de matar o africano. Ainda bem que a redução do elenco começou. Kring, tens um longo caminho pela frente e podias começar por matar ‘mesmo’ o Hiro!

Nota: 8,0

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