Arquivo para a categoria “House”
Oh, Oh, Oh! O Pai Natal já começa a chegar e com ele chega também presentes que são uma delícia. Ao décimo primeiro episódio, temos um dos episódios menos aborrecido desde o início da temporada. Temos três géneros diferentes em ‘Joy to the World’: drama, comédia e romance. Na parte do drama, seguimos a vida de uma jovem de 16 anos que é humilhada pelos colegas por ser gorda. Descobrimos que ela esteve grávida e que Cuddy vai ficar com o bebé dela, pois a pobre rapariga vai morrer (interessante o facto de não terem encontrado cura).
Num tom mais comediante, acompanhamos a aventuras de House na clínica ao tentar ser simpático. Quem não se riu da cena em que a mulher esguicha spray para o pescoço de modo a passar a asma? E a história da partenogénese, por mais estúpida que tivesse sido, resultou em momentos hilariantes (Virgem Maria?! Estamos no Natal, não é?). Por fim, o romance fica por conta de Foreman e Thirteen que estão cada vez mais próximos.
Nota: 9,0
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Depois dos acontecimentos que marcaram o episódio passado, Cuddy tem de arranjar um novo escritório e, como seria de esperar, é o gabinete de House que vai servir de novo local de trabalho para ela. Gostei da cena do confronto entre os dois, em que ambos assumem que se sentem atraídos um pelo outro. O caso da equipa foi um dos mais chatos desde o início da temporada, em que a fórmula ‘é, não é, afinal é, afinal não é’ é o que se vê mais. Contudo, e ainda bem que Kutner teve mais participação agora, temos um final muito bom quando House com a sua suposta cliente armam uma armadilha para Kutner e o amigo. Engraçado como ele ficou sem os lucros do negócio de um momento para o outro. Por fim, temos a doença de Thirteen que está a ser tratada com muito ‘tempo de antena’ para Olivia Wilde. Se isso ficar assim até ao fim da temporada, alguns fãs podem ficar cansados dela.
Nota: 8,5
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Mais um dia no hospital mas a habitual rotina quebra-se. Um paciente desesperado ameaça House com uma arma para ele descobrir qual a sua doença. Se a premissa principal prometia trazer-nos um episódio perfeitos, a verdade é que ficou aquém das expectativas. Novamente Thirteen recebe destaque entre os três saloios ‘novos’ colegas de House. Gosto da personagem e algo me diz que ela se despede da série no final desta temporada. Thirteen, que nunca deu valor à vida, muda repentinamente de opinião e segue o conselho de Foreman em cuidar-se de si mesma.
Quanto ao caso propriamente dito, eu até estava a gostar de tudo até a cena da radiologia. Como é que House, após conseguir tirar a arma do paciente, volta a dar-lha, arriscando a Thirteen, um refém e até a si próprio? Se Shore queria surpreender pela positiva com esta espécie de ‘reviravolta’, é bom que fique claro que teve o efeito contrário. Mas isso não tira o mérito que foi construído na primeira meia-hora e a nota que foi dar é merecida. Mas podia ter sido melhor… muito melhor.
Nota: 9,0
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Eu gosto tanto de House como eu já disse que gostava de Dexter: é uma boa série, mas mais nada do que isso. Fica sempre para as últimas da lista diária e eu tento dividir um episódio em duas partes (ver na quarta-feira uma parte e na quinta-feira). Só assim é que a série de Hugh Laurie não se torna uma seca para mim. Não nego que seja uma série inteligente, mas a fórmula já está um pouco gasta e se nas primeiras temporadas o personagem principal era algo de irreverente, agora tornou-se num dos mais irritantes da televisão.
Eu só não desisto da série porque sei que ela consegue criar episódios mesmo muito bons, como o caso de Frozen e House’s Head da temporada passada, mas já faltou mais. A promo do próximo episódio revela que algo grande está por vir… ainda bem! Emancipation é apenas mais um episódio que ao invés de ter apenas um caso médico, tem dois. Gostei de ambos os casos mas achei que a resolução do caso da criança podia ter sido de uma forma mais impactante. Ainda bem que estão a continuar a tratar Cameron e Chase da forma que eles merecem!
Nota: 7,9
Nível de risco: 3/5*
*O Nível de risco é uma forma de eu exprimir quando uma série pode estar prestes a ser ‘cancelada pelo Portal’, ou seja, estou prestes a desistir dela, como também pode ter o efeito contrário (uma série que está totalmente segura). Quanto mais próximo do 5, pior é.
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Depois de House e Cuddy se terem beijado, esparava mais deste episódio. Muito mais. Acho que só voltarem a ter outro beijo agora na décima temporada. Foi engraçado ver que Wilson quer juntar House a Cuddy fazendo-lhe ciúmes. Ao menos alguém confronta House, pois o facto de ele ser sempre o maior, ninguém lhe dar resposta e ele manipular as pessoas que quer e bem entende sem levar resposta para trás já começa a ser uma fórmula bastante gasta.
O caso médico em si não foi muito interessante, mas teve repercussões positivas. Finalmente Cameron faz jús ao seu nome que está nos créditos iniciais (na abertura da série) e volta com toda a força para um episódio às antigas. Foi muito bom ver ela a trabalhar novamente com a equipa de House e quem sabe ela não será contratada… Também Chase tem mais destaque em The Itch que nos restantes episódios, sendo que a sua relação com Cameron também é abordada.
Nota: 8,2
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Mais um episódio de House que eu não achei assim tão perfeito como alguns fãs acharam. Não foi um episódio razoável, foi bem mais que isso, mas acho que criei muita expectativa depois de ler vários comentários e acabei desiludindo-me. House já teve casos médicos mais interessantes do que esse, mas mesmo assim esse conseguiu ser muito inteligente. Além disso, o mesmo proporcionou um início de episódio bem misterioso e com uma montagem muito bem feita num tom obscuro.
Por outro lado, temos Cuddy. Ficámos a saber, no episódio passado, que ela quer adoptar um bebé. Tudo parecia correr bem no início, mas depois tudo piorou, e muito. Primeiro, a grávida de aluguer estava doente e o bebé poderia nascer com defeito nos pulmões. Se isso já não bastasse, quando nasce o bebé, a grávida muda e opinião e já não quer dá-lo para adopção, deixando Cuddy de rastos. E finalmente temos um beijo entre Cuddy e House! Por falar em House, o personagem está a passar de divertido a irritante para mim.
Nota: 8,6
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Depois de um início de temporada que pouco me satisfazia, House regressa com um episódio que me consegue cativar desde do início. Também com uma cena daquelas logo no início do episódio, acho que ninguém consegue ficar indeferente a Thirteen. Por falar em Thirteen, grande show que a actriz está a dar nesta temporada, depois da personagem descobrir que sofria de uma doença qualquer que não me lembro o nome.
Além de um caso muito interessante, temos ainda a revelação de que Cuddy quer adoptar uma criança. Gostei da ideia dos argumentistas adicionarem essa história na personagem que estava um pouco apagada. E foi muito engraçado ver o plano dela com Wilson para ‘tramar’ House; afinal de contas, ele também consegue ser enganado. Existe uma coisa que eu não percebo na série: House insulta toda a gente e ninguém lhe insulta? É tudo uma cambada de medricas?
Nota: 8,5
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A quinta temporada de House, Desperate Housewives, Grey’s Anatomy e The Office já estreiam no próximo mês nos canais da FOX em Portugal. Contudo, a emissão de House não será toda seguida, pois serão emitidos os primeiros 11 episódios e só em Abril é que estreia o resto da temporada. Além da estreia de House na FOX, teremos a segunda temporada de Angel e a terceira de Pretender.
A tão aguardada quinta temporada de ‘House’ estreia no canal FOX segunda-feira, dia 10 de Novembro, às 21h30. Não perca mais uma brilhante temporada em que o Hospital de Princeton Plainsboro continua a ser palco da série de estrondoso sucesso internacional – nomeada por dois anos consecutivos (2006 e 2007) para o Emmy Award de Melhor Série Dramática – e protagonizada pelo brilhante Hugh Laurie – vencedor de dois Golden Globes para Melhor Actor em Série Dramática – no papel de Dr. House. ‘House’ é uma inovadora visão das séries dedicadas à medicina, onde o vilão é a doença e o herói o irreverente e controverso Dr. House (Hugh Laurie, ‘Street Kings’) que não confia em ninguém, muito menos nos seus pacientes.
O Dr. Gregory House tem pouca noção de boas maneiras e trato social: se dependesse dele, nem falava com os pacientes. Vítima de uma dor física constante, a sua bengala agita-se para acentuar um comportamento descabido e súbitas mudanças de humor. Apesar da vertente anti-social, House faz diagnósticos brilhantes a partir de raciocínios pouco convencionais e instintos infalíveis. Especialista em doenças infecto-contagiosas, House vive para salvar vidas envoltas em complicadas questões médicas.
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Depois de três episódio um pouco ou tanto fracos, House demonstra que ainda está em forma para criar um produto bom. Confesso que, para mim, Wilson não estava a fazer falta a série e achei a reconcialização dele com House forçada demais. Wilson mostra, mais um vez, ser pouco autónomo e facilmente influenciável por House. Bah, passemos à frente que essa parte já não interessa.
O pai de House morre e este não se mostra lá muito triste. House é House, e aquela cena pós-discurso, quando ele vai dar um beijo na testa do pai, é típica dele. As peripécias que envolveram a chegada tardia ao funeral também foram divertidas. Resumindo, foi um bom episódio de House, com um inteligente caso médico e que me satisfez mais que os outros.
Nota: 8,9
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Até que enfim um episódio que não tenha apenas um bom caso médico. Não gosto de House só com a narrativa virada para o caso médico, pois torna-se algo cansativo e que me faz desviar o olho da televisão. Este episódio foi, para mim, o melhor da temporada até agora, mas mesmo assim senti-me distraído e não fui totalmente cativado pelo mesmo.
O melhor do episódio foi mesmo a construção do novo personagem, Lucas, o detective privado (agora já nem tanto) de House. Estou a adorar a história deste personagem, principalmente as conversas dele com House, demonstrando ser um ‘rival’ que House devia temer. Aliás, são essas cenas que trazem os momentos mais hilariantes do episódio, e quando se junta a Cuddy, ai então é do melhor.
Nota: 8,5
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